Jongo da Serrinha
Composição: Vovó Maria Joana / Djanira Do Jongo
Ai morena,
tenho muito o que fazer
tenho roupa pra lavar, ô morena
e botão para colher,
vou embarcar na diligência das onze horas,postagens Editar páginas
Título:
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trem de ferro inda não veio, chegou agora.
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Saracura
Composição: Pedro Monteiro / Darcy Monteiro
Quando a noite descia,
ao som da Ave-Maria,
um som de tambor se ouvia.
Dentro de uma senzala,
em um caminho pra Minas,
vozes de jongueiros se ouviam.
ao som da Ave-Maria,
um som de tambor se ouvia.
Dentro de uma senzala,
em um caminho pra Minas,
vozes de jongueiros se ouviam.
Na Fazenda da Bem Posta, em pleno Estado do Rio,
um jongueiro sentindo falta do caxambu,
tocava o candongueiro, após o angú.
um jongueiro sentindo falta do caxambu,
tocava o candongueiro, após o angú.
Cantarolava a saracura,
levou o lenço da moça
que ficou chorando,
que pecado que ela leva quando morrer.
levou o lenço da moça
que ficou chorando,
que pecado que ela leva quando morrer.
Sabiá cantou na laranjeira,
Sá Rolinha tá de luto de sentimento,
Sinhá dona "pereguntô": "Quê que tá chorando?"
Que pecado que ela leva quando morrer?
Sá Rolinha tá de luto de sentimento,
Sinhá dona "pereguntô": "Quê que tá chorando?"
Que pecado que ela leva quando morrer?
Ora dança o caxambú.
Eu quero ver quem dança comigo, eu quero ver !
Eu quero ver quem dança comigo, eu quero ver !
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Saracura
Composição: Pedro Monteiro / Darcy Monteiro
Quando a noite descia,
ao som da Ave-Maria,
um som de tambor se ouvia.
Dentro de uma senzala,
em um caminho pra Minas,
vozes de jongueiros se ouviam.
ao som da Ave-Maria,
um som de tambor se ouvia.
Dentro de uma senzala,
em um caminho pra Minas,
vozes de jongueiros se ouviam.
Na Fazenda da Bem Posta, em pleno Estado do Rio,
um jongueiro sentindo falta do caxambu,
tocava o candongueiro, após o angú.
um jongueiro sentindo falta do caxambu,
tocava o candongueiro, após o angú.
Cantarolava a saracura,
levou o lenço da moça
que ficou chorando,
que pecado que ela leva quando morrer.
levou o lenço da moça
que ficou chorando,
que pecado que ela leva quando morrer.
Sabiá cantou na laranjeira,
Sá Rolinha tá de luto de sentimento,
Sinhá dona "pereguntô": "Quê que tá chorando?"
Que pecado que ela leva quando morrer?
Sá Rolinha tá de luto de sentimento,
Sinhá dona "pereguntô": "Quê que tá chorando?"
Que pecado que ela leva quando morrer?
Ora dança o caxambú.
Eu quero ver quem dança comigo, eu quero ver !
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Bênção De Deus
Composição: Vovó Maria Joana
A benção, benção de Deus,
a benção papai, benção de Deus.
a benção papai, benção de Deus.
A benção, benção de Deus,
a benção mamãe, benção de Deus.
a benção mamãe, benção de Deus.
A benção, benção de Deus,
a benção vovô, benção de Deus
a benção vovô, benção de Deus
A benção, benção de Deus,
a benção vovó, benção de Deus
a benção vovó, benção de Deus
A benção, benção de Deus,
a benção titia, benção de Deus
a benção titia, benção de Deus
A benção, benção de Deus,
a benção titio, benção de Deus
a benção titio, benção de Deus
A benção, benção de Deus,
a benção madrinha, benção de Deus
a benção madrinha, benção de Deus
A benção, benção de Deus,
a benção padrinho, benção de Deus
a benção padrinho, benção de Deus
A benção, Benção
A benção, de Deus
A benção, de Deus
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Caxambu De Sá Maria
Composição: Darcy Monteiro
Vamos falar de Sá Maria,
vamos falar com singeleza, sim
vamos falar com singeleza, sim
Sá Maria na beira do fogão,
cantava caxambu relembrando o seu torrão,
mas ela chorava pra voltar
estava sentindo saudades do seu lugar.
cantava caxambu relembrando o seu torrão,
mas ela chorava pra voltar
estava sentindo saudades do seu lugar.
Recordava do candongueiro
batido com maestria por Pai João,
a só... que nesse tempo er
batido com maestria por Pai João,
a só... que nesse tempo er
Caxinguelê
Composição: Vovó Maria Joana
Ah! Eu fui no mato...
eu fui cortar cipó..
Ah! Eu vi um bicho...
esse bicho era caxinguelê
eu fui cortar cipó..
Ah! Eu vi um bicho...
esse bicho era caxinguelê
Eu panhei o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Eu levei o côco,
caxinguelê tá me olhando,
Eu parti o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Eu comi o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Fiz pudim de côco,
caxinguelê tá me olhando.
caxinguelê tá me olhando.
Eu levei o côco,
caxinguelê tá me olhando,
Eu parti o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Eu comi o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Fiz pudim de côco,
caxinguelê tá me olhando.
a moço
e o som vibrava, em seu coração,
com o negro João tirando som do candongueiro,
dentro do terreiro,
com a sua simpatia, fazendo vibrar
o coração de Sá Maria.
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com o negro João tirando som do candongueiro,
dentro do terreiro,
com a sua simpatia, fazendo vibrar
o coração de Sá Maria.
Caxinguelê
Composição: Vovó Maria Joana
Ah! Eu fui no mato...
eu fui cortar cipó..
Ah! Eu vi um bicho...
esse bicho era caxinguelê
eu fui cortar cipó..
Ah! Eu vi um bicho...
esse bicho era caxinguelê
Eu panhei o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Eu levei o côco,
caxinguelê tá me olhando,
Eu parti o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Eu comi o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Fiz pudim de côco,
caxinguelê tá me olhando.
caxinguelê tá me olhando.
Eu levei o côco,
caxinguelê tá me olhando,
Eu parti o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Eu comi o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Fiz pudim de côco,
caxinguelê tá me olhando.
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Caxinguelê
Composição: Vovó Maria Joana
Ah! Eu fui no mato...
eu fui cortar cipó..
Ah! Eu vi um bicho...
esse bicho era caxinguelê
eu fui cortar cipó..
Ah! Eu vi um bicho...
esse bicho era caxinguelê
Eu panhei o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Eu levei o côco,
caxinguelê tá me olhando,
Eu parti o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Eu comi o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Fiz pudim de côco,
caxinguelê tá me olhando.
caxinguelê tá me olhando.
Eu levei o côco,
caxinguelê tá me olhando,
Eu parti o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Eu comi o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Fiz pudim de côco,
caxinguelê tá me olhando.
Caxinguelê
Composição: Vovó Maria Joana
Ah! Eu fui no mato...
eu fui cortar cipó..
Ah! Eu vi um bicho...
esse bicho era caxinguelê
eu fui cortar cipó..
Ah! Eu vi um bicho...
esse bicho era caxinguelê
Eu panhei o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Eu levei o côco,
caxinguelê tá me olhando,
Eu parti o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Eu comi o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Fiz pudim de côco,
caxinguelê tá me olhando.
caxinguelê tá me olhando.
Eu levei o côco,
caxinguelê tá me olhando,
Eu parti o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Eu comi o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Fiz pudim de côco,
caxinguelê tá me olhando.
Caxinguelê
Composição: Vovó Maria Joana
Ah! Eu fui no mato...
eu fui cortar cipó..
Ah! Eu vi um bicho...
esse bicho era caxinguelê
eu fui cortar cipó..
Ah! Eu vi um bicho...
esse bicho era caxinguelê
Eu panhei o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Eu levei o côco,
caxinguelê tá me olhando,
Eu parti o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Eu comi o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Fiz pudim de côco,
caxinguelê tá me olhando.
caxinguelê tá me olhando.
Eu levei o côco,
caxinguelê tá me olhando,
Eu parti o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Eu comi o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Fiz pudim de côco,
caxinguelê tá me olhando.
Caxinguelê
Composição: Vovó Maria Joana
Ah! Eu fui no mato...
eu fui cortar cipó..
Ah! Eu vi um bicho...
esse bicho era caxinguelê
eu fui cortar cipó..
Ah! Eu vi um bicho...
esse bicho era caxinguelê
Eu panhei o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Eu levei o côco,
caxinguelê tá me olhando,
Eu parti o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Eu comi o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Fiz pudim de côco,
caxinguelê tá me olhando.
caxinguelê tá me olhando.
Eu levei o côco,
caxinguelê tá me olhando,
Eu parti o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Eu comi o côco,
caxinguelê tá me olhando.
Fiz pudim de côco,
caxinguelê tá me olhando.
Eu num é doutô,
Eu num é "fermêro".
Como vai tomá conta de butica na piedade?
Eu num é "fermêro".
Como vai tomá conta de butica na piedade?
Ai papai, Ai mamãe
Como vai tomá conta de butica na Piedade?
Como vai tomá conta de butica na Piedade?
Eu num sabe lê,
Eu num sabe "crevê".
Como vai tomá conta de butica na piedade?
Eu num sabe "crevê".
Como vai tomá conta de butica na piedade?
Butica = farmácia
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Jongo da Serrinha - Vapor Da Paraíba
Vapor berrou na Paraíba,
chora eu, chora eu Vovó.
Fumaça dele na Madureira,
e chora eu.
O vapor berrou piuí, piuí.
Ô irê, irê, irê,
ô irê, irê, irê .
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Jongo da Serrinha - Treze De Maio
No dia 13 de maio,
cativeiro acabou,
e os escravos gritavam
liberdade senhor.
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Jongo da Serrinha - Vou Caminhar
Vou caminhar que o mundo gira,
vou caminhar que o mundo gira,
gira meu povo.
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Jongo da Serrinha - Rosário De Maria
Bem dito louvado seja ( é o rosário de maria)
louvado seja ( é o rosário de maria)
Jongueiro bem dito louvado seja( é o rosário de maria)
louvado seja ( é o rosário de maria)
Bem dito pra Sto Antonio
Bem dito pra São João
Senhora Sant'anna
Sarava meu zirimao
Sarava ongoma quita
Sarava meu candongueiro
Abre Caxambu
Sarava Jongueiro
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Jongo da Serrinha - Ponto de Visaria
Bana cum lenço,bana cum lenço.
Bana cum lenço,bana cum lenço,
navio já foi embora,criola, bana cum lenço.
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Jongo da Serrinha - Guiomar
Ô Guiomar, ô Guiomar
o jongo não é de " buia" Guiomar,
segura a toada pra durar.
O nosso jongo tem harmonia,
na Balaiada em casa de Vó Maria,
o caxambu toca até o raiar do dia,
eu danço jongo umbigando com Sá Maria.
Na beira do poço, onde mora Guiomar,
mamãe sereia mora no fundo do mar,
segura nosso jongo Guiomar,
não deixa o nosso jongo se afundar.
Segura angoma olha a toada,
bate "paó" rapaziada.
Eu improviso o jongo meu camarada,
meu caxambu toca até de madrugada.
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Jongo da Serrinha - Jongueiro Bom
Jongueiro bom é de Lorena,
Matou galinha temperô na querozena.
Oce diz que sabe, sabe
Você diz que sabe lê
Entao pega na cartilha e me ensina o ABC.
Jongueiro bom é de Lorena,
Matou galinha temperô na querozena.
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Jongo da Serrinha - Finca Tenda (seu Vito)
Eu vou falar pro Seu Vito pra fincá tenda aí,
ai ai, finca tenda aí.
Tenda pra caxambu finca tenda aí,
ai ai, finca tenda aí.
Eu vou falar pro presidente,
pra dar um jongo e convidar a toda gente,
Vovó Teresa, ficou contente,
Fuleiro oriçando os bigodes alegremente.
As rezadeiras da Balaiada,
uma fazenda vão recordar,
do caxambu e do candongueiro,
no 13 de maio no terreiro a zoar, falei?
Falou jongueiro.
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Jongo da Serrinha - É De Lorena
" Ô iaiá, quer jongar, jongo com eu ?
Ô iaiá, jongueiro bom é de Lorena."
É de Lorena, minha avó falou,
sou dumba forte, com a minha dor,
jongueiro de Lorena canta alto e vem louvar,
"madoco" pra ser forte tem que "curiar", a aê,
tem que "curiar".
Parabéns!! pela excelente contribuição com as letras de jongo.. estes detalhes nao podem ser esquecidos.. obrigado...!!!
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